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Funcionários do Hospital Estadual da Mãe de Mesquita seguem com os salários atrasados

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Enquanto a população tenta se proteger do novo coronavírus, no momento em que a população mais precisa do sistema de saúde, funcionários do Hospital Estadual da Mãe de Mesquita, localizado em Rocha Sobrinho, seguem com até dois meses de salários atrasados.

Diante do problema, oito sindicatos que representam os profissionais de saúde acionaram o Tribunal Regional do Trabalho pedindo “o correto pagamento dos salários e demais verbas trabalhistas vencidas e vincendas; e manutenção dos empregos e condições de trabalhos dos profissionais da saúde”.

Os problemas começaram ainda em maio, quando o governador Wilson Witzel determinou a suspensão de “pagamentos de contratos sob suspeita”.

No meio das brigas entre o governo estadual e as Organizações Sociais, o Iabas, que foi afastado da gestão dos hospitais de campanha por suspeita de fraude, admitiu, em ofício, que o cenário é de “iminente paralisação dos serviços”.

Segundo a Secretaria estadual de Saúde (SES), um grupo de trabalho foi criado “com o objetivo de agilizar a análise dos contratos e que a solução para regularização dos pagamentos aos funcionários é prioridade da pasta”.

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