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Assistência Social já atendeu mais de 18 mil pessoas na pandemia em Mesquita

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A pandemia do novo coronavírus alterou a rotina de muitas pessoas e o funcionamento de serviços essenciais da população no Brasil e no mundo. Mas, no município de Mesquita, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) continuou atendendo a população, prestando serviços de rotina e adotando medidas necessárias ao isolamento social, sem prejudicar o trabalho de assistência às famílias.

Nesse período de isolamento social, a Semas promoveu a distribuição de cestas básicas, kits de limpeza às famílias em situação de emergência e atuou no acolhimento de crianças e de pessoas em situação de rua. Todos os setores da secretaria se mantiveram ativos em suas tarefas, em regime de plantão diário, das 10h às 15h. Em junho, os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) voltaram ao horário normal, preservando as regras do isolamento.

De acordo com a secretária de Assistência Social, Érika Rangel, durante a pandemia, os atendimentos foram realizados pelas equipes dos CRAS e do CREAS. Segundo ela, foram atendidas mais de 18 mil pessoas e concedidas 16.502 cestas básicas a famílias em situação emergencial, cuja ação foi resultado de parceria entre a prefeitura de Mesquita e o governo do Estado, que doou 13 mil cestas. Estas famílias receberam ainda kits de higiene e limpeza neste período. Também houve distribuição de cestas básicas para trabalhadores das feiras livres do município, cujo trabalho aconteceu em conjunto com a Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Cidadania, responsável pelo cadastramento dos beneficiados.

Os atendimentos emergenciais no período da Pandemia do COVID-19 foram realizados pelas equipes dos CRAS E CREAS e abordagem social, nos meses de abril e maio, com  orientações sobre auxílio emergencial, liberação de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e concessões de benefícios e cestas básicas”, explica Erika Rangel.

A abordagem social é feita pelo CREAS. Os agentes oferecem acolhimento à população de rua e quem aceita é encaminhado para a Casa Abrigo Andréa Guimarães, em Santa Terezinha. O objetivo da ação é promover a retomada do vínculo social e familiar. A Casa de Acolhimento e Cidadania desenvolve programa de proteção socioeducativa em regime institucional para crianças, enquanto o CRAS faz o atendimento de pessoas de todas as idades durante a pandemia.

Durante a pandemia, foram acolhidas dez crianças e 13 pessoas em situação de rua. A oferta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos está sendo realizada de forma gradual. E com participação de poucos usuários por atividade”, esclarece a secretária.

Erika lembra ainda do Programa Criança Feliz, que cuida integralmente da primeira infância. “Na pandemia, o atendimento tem sido feito de forma remota. Kits com livros, mantas e sugestões de atividades a serem desenvolvidas com as crianças são levadas às casas destas famílias”, completa.

  A Secretária de Assistência Social de Mesquita já prestou 69.945 atendimentos a 15.724 pessoas entre o período de 2017 a 2020. Neste tempo, 130.889 benefícios foram concedidos através dos equipamentos sociais do setor, como os CRAS, CREAS, Programa Criança Feliz, Espaço Mulher Mesquitense, além do Centro de Longevidade e ainda 67 ações com a finalidade de melhorar a qualidade de vida das pessoas. As ações desenvolvidas previnem situações de vulnerabilidade e risco social, além de estimularem as potencialidades locais.

Em Mesquita, o CadÚnico, por exemplo, teve um aumento de 28%, passando de 17.770 para 22.794 famílias, entre dezembro de 2017 e 2019. Já o número de atendimento nos CRAS teve um acréscimo de 14%, tendo um salto de 31.826 ao longo de 2017 para 36.304 em 2019. Além disso, 13.212 famílias são beneficiadas pelo Programa Bolsa Família. Atualmente, são 7.915 beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada), que atende a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência. Destes beneficiários, 4.201 também possuem inscrição no CadÚnico.

O Cadastro Único, instituído pelo governo federal, serve para identificar e conhecer as famílias de baixa renda. Isso por meio de um conjunto de informações cadastradas no sistema. Essas informações são utilizadas pelo município principalmente para implementação de políticas públicas.  A partir do cadastro nesse serviço, o cidadão tem acesso a diversos programas sociais.

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