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Espaço de Reabilitação e Desenvolvimento da Criança de Mesquita faz três anos

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O Espaço de Reabilitação e Desenvolvimento da Criança de Mesquita comemorou, neste mês de julho, três anos de funcionamento. No ano de sua inauguração, 2017, o local atendia 50 crianças. Atualmente, realiza, em média, 800 atendimentos mensais a 100 pacientes, prestando serviço multidisciplinar responsável pelo atendimento cognitivo e neurológico para reabilitação e adaptação infantil de crianças com até 12 anos de idade.

De acordo com o João Carlos de Oliveira, terapeuta ocupacional e coordenador do espaço, todas as crianças que estão na lista de espera serão chamadas pela equipe do setor para iniciarem seu tratamento em agosto. Para isso, mais quatro profissionais (dois psicólogos, um terapeuta ocupacional e um fonoaudiólogo) serão contratados até o final desse mês, para compor o quadro de funcionários.

O Espaço de Reabilitação e Desenvolvimento da Criança de Mesquita oferece atendimento multidisciplinar com fonoaudiólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional, além de um técnico de enfermagem, que presta apoio ao setor administrativo. Pacientes de cada faixa etária e transtorno recebem um tratamento diferenciado. Que é planejado sempre com atividades voltadas especificamente para aquela idade e questão. A maioria dos atendimentos é individual, mas, em alguns casos, são realizados grupos de reabilitação que visam promover a socialização entre eles.

Os atendimentos ocorrem três vezes por semana, dependendo da necessidade de cada criança. Em cada dia, elas são atendidas por profissionais diferentes. Caso a criança precise de um atendimento extra, o responsável pode agendar outro horário para a consulta. Fazemos, ainda, a indicação para os pais quando percebemos que é algo fundamental para garantir bons resultados no atendimento realizado com a criança, explica João Carlos de Oliveira, terapeuta ocupacional e coordenador do espaço.

Para a fonoaudióloga Tatiana Minuzzi, acompanhar a evolução dos pacientes nos pequenos detalhes é bastante gratificante.

Para nós, que trabalhamos com essas crianças, a evolução deles se torna diferente das demais. Cada detalhe que eles apresentam para a gente é uma grande conquista. Seja um sorriso, abraço, um olhar, principalmente se tratando de um paciente autista. Às vezes, eles chegam aqui e não querem entrar na sala sem o acompanhamento do responsável. Mas conseguirmos fazer com que eles entrem sozinhos é sinal de que o nosso trabalho está valendo a pena, avalia Tatiana.

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