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Nova fase do Revitalizart garante mais 500 metros de extensão na ciclovia em Mesquita

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Para garantir mais segurança aos ciclistas e pedestres, a ciclovia da Rua Baronesa de Mesquita ganhou mais 500 metros de extensão. Com isso, chega ao limite do município de Nilópolis. Além disso, ganhou também uma lona cultural e nova fachada para a Vila Olímpica Municipal.

As novas obras colocam um ponto final na deposição irregular de lixo e detritos no trecho que margeia a estação ferroviária de Edson Passos, pelo Cosmorama. Assim, além de embelezar a cidade, protege o meio ambiente e estimula a arte e a criatividade.

Com a nova extensão, a ciclovia passa a ter quase 2 km de extensão, até o limite com o município vizinho. O trecho ganha ainda parquinho, bicicletário, academia ao ar livre, mesas para prática de futebol, a futmesa, iluminação em leds, grama e palmeiras, para reforçar o paisagismo e urbanização. De acordo com o subsecretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, Kleber Rodrigues, a ciclovia protege a segurança do ciclista e do pedestre. Além disso, cuida do meio-ambiente, estimula o uso de bicicletas, melhora o trânsito e embeleza a cidade.

A lona cultural é outro equipamento público situado na Rua Baronesa de Mesquita, voltado para atividades artísticas, culturais e assistenciais. O local, com obras em fase final, de acordo com Kleber, é destinado à apresentação de músicas, teatro, shows, encontros, assembleias, ações sociais e oficinas ao ar livre, além de atividades esportivas. O novo trecho beneficiado ganhará também novos módulos nos muros da ferrovia, na altura da estação de Edson Passos, em mais uma fase do projeto Revitalizart. Avançando ainda mais, Kleber lembra que a Vila Olímpica, em frente à lona, ganhará uma nova fachada.

 

O comerciante Anderson Raimundo de Moraes, 29 anos, estabelecido em frente à ciclovia, gostou da obra. “Isso era uma lixeira. Agora está legal. À tardinha fica cheio de crianças brincando”, exalta. “Agora temos área de lazer aqui no bairro”, completa Alana Rodrigues, 24 anos. Já o skatista Marcos Lourenço, 30 anos, que praticava o esporte no local, gostou da ciclovia e da lona cultural. “Bacana, agora. O lixo saiu e entraram as atividades esportivas e culturais no lugar”, valoriza.

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